Política

Prefeito vence na Justiça por unanimidade as denúncias de compra de voto

Domingo, 17 de Dezembro de 2017 às 21:16

Por Redação in Foco
Quarta-feira, 22 de novembro de 2017, às 20h00.
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Por Redação In Foco

Acusado de compra de votos durante o período eleitoral, o Prefeito de Mimoso do Sul Angelo Garçoni vence na Justiça TRE comprovando que as denúncias contra sua honra são infundadas, conforme esclarecimento e votação unânime na quarta-feira (22), às 17h30.

A explicação é dada pelo próprio Prefeito e seus advogados em uma publicação:

“Em março/2017, quando foi proferida a sentença na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 380-21.2016, publicamos afirmação de que recebíamos com respeito a sentença proferida pela Exma. Magistrada, Dra. Raphaela Tolomei, não obstante à investida da oposição em postura dilaceradora contra minha pessoa.

Nossos advogados, incansáveis e combativos Dr. Slin Ribeiro e Everaldo Corteletti, opuseram recurso denominado Embargos de Declaração, mais uma vez sendo proferida decisão que assanhava a oposição contra nós. Novamente, manifestamos máximo respeito à decisão judicial e à Exma. Magistrada, mas possuíamos a convicção de que melhores tempos viriam.

Exercemos nosso mandato, desde o primeiro momento, com afinco, vencendo as dificuldades de um país em crise e, ainda, tendo que suportar as mais diversas investidas negativas e infundadas daqueles se puseram como opositores.

Nossos advogados, sempre confiantes, perseguiram do início ao fim do processo a mesma linha de defesa técnica, com vistas a demonstrar que, na verdade, a alegação de compra de votos não passou de uma ardilosa armadilha política arquitetada pela oposição.

Justamente, por assim entender o Tribunal Regional Eleitoral, por 6 x 0 (unanimidade), reconheceu que a prova produzida contra nós era imprestável e ilegal, pois feita com claro viés eleitoreiro, com violação à intimidade e a inviolabilidade do meu domicílio. Por essa linha, o nosso respeitado TRE/ES, que acabara de receber o SELO OURO do Conselho Nacional de Justiça, por sua qualidade técnica e administrativa, declarou ser imprestável a prova ilegalmenteproduzida.

Também reconhecido como fruto de interesses políticos, os depoimentos de Rosélio Aguiar e José Maria Arjonas foram declarados ilícitos.

Entretanto, demonstrando as razões pelas quais o TRE/ES é SELO OURO, também por 6 x 0, avançou-se ao mérito das questões discutidas nos autos, para reconhecer que as provas eram frágeis e que não tinham o condão de comprovar qualquer conduta ilegal de nossa parte.

Nesse contexto, um julgamento que no melhor cenário poderia atingir uma votação unânime de 6 x 0 pela ilegalidade da prova, como confiávamos que ocorreria, para que oposição nenhuma tenha margem de levantar falsas afirmações sobre nós, acabou proferindo um julgamento de 12 x 0: vencemos por provar a ilegalidade do que fizeram contra nós e vencemos, também no mérito (6 x 0), por provar que a justiça prevalece.

Somos gratos aos nossos familiares, a minha esposa Telma e filho Angelo Netto, aos advogados Slin Ribeiro e Everaldo Corteletti), somos gratos à nossa população, amigos e a todos que acreditaram em minha pessoa e na minha inocência. Somos gratos à Justiça, por se manter justa.

Nunca duvidamos de que assim seria, mas é reconfortante chegar ao fim desta AIJE (e também do RCED) com a cabeça em pé e o sorriso no rosto.

Prevaleceu o voto.”

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